Luigi Nero é uma pequena homenagem às mais chatas contactantes do Inov Contacto 10: as duas Martas (que vão para bem longe, Moçambique e Austrália) e a Ana (que vai para a Roménia). Foram elas que começaram a chamar-me Luigi Nero.

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Segunda-feira, 19 de Março de 2007

Já alguém ouviu falar em Chiusi?

Este post diz respeito ao dia 3 de Março (Sábado).

Finalmente uma saída de Roma. Destino: Siena. Primeira cidade a visitar em Itália!

Apanhámos o comboio na estação de Tiburtina. Um comboio bastante bom, com compartimentos para 6 pessoas. O início da viagem foi interessante. Nunca tinha passado por tantos túneis e a tanta velocidade (de tal maneira que provocavam pequenos estalidos nos ouvidos).

Depois tivemos que trocar de comboio a meio da viagem. Saímos em Chiusi e fomos tomar o pequeno-almoço a uma pastelaria até fazer tempo para o outro comboio. A seguir um pequeno passeio. Assim, a minha primeira povoação italiana foi Chiusi e não Siena. Não é para todos. :)) Infelizmente, não há registos fotográficos deste passeio em Chiusi.

Sieeeenaaaaa, até que enfim!

Junto à estação, apanhamos um autocarro até ao centro. 2 a 3 minutos. Depois começamos a nossa jornada de caminhada. Siena não é uma cidade muito grande e a parte central vê-se bem num dia. Com alguma calma. Que convém. Um pouco à italiana e à portuguesa.

Andámos por uma rua de comércio cortada ao trânsito automóvel e chegámos à praça principal de Siena: Piazza del Campo. Uma praça linda onde se destacam a fonte Gaia e a Torre del Mangia pertencente ao Palazzo Pubblico. 6 euros e 293 degraus (acho) são os números que descrevem melhor esta torre. :)

Do cimo desta torre, vê-se o porquê da beleza de Siena: é um quadro vivo, onde predomina o castanho avermelhado dos tijolos que construíram esta cidade. É esta homogeneidade, que não aborrece, que torna Siena uma cidade especial. Esta imagem coerente é quebrada apenas pela presença de um edifício às riscas brancas e pretas e que é conhecido como o Duomo, a catedral. E que apesar disso não choca.

Siena Duomo
Duomo Torre del Mangia

Chegada a hora de almoço, fomos ao Spizzico, que é uma cadeia de fast food italiana que vende, como é óbvio, pizza à fatia. Ficava mesmo na Piazza del Campo.

Já de barriga cheia, seguimos para o Duomo. Esta catedral impressiona pela sua dimensão e mesmo assim parece que não foi terminada. O mesmo padrão de cores mantém-se por dentro. Vale a pena visitar.

A seguir, um café para acordar. E uma visita a um exposição de arte moderna para quebrar a energia da cafeína. O Duarte e o Rodrigo quiseram ir visitar essa exposição porque o painel apresentava entre outros Cezanne e Renoir. Valeu a pena por ser apenas 3 euros e pelo edifício que tinha uma bela casa-de-banho.

Depois, andamos pelas ruas de Siena, visitamos uma outra igreja (onde guardam a cabeça e um dedo de uma Santa) e pouco mais. Acabamos a tarde num bar muito interessante, que fica um pouco escondido, a beber chocolate quente.

Depois disso, regresso à estação. E por volta das 23 chegar à Termini e à bela Roma.
publicado por luiginero às 18:10
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