Luigi Nero é uma pequena homenagem às mais chatas contactantes do Inov Contacto 10: as duas Martas (que vão para bem longe, Moçambique e Austrália) e a Ana (que vai para a Roménia). Foram elas que começaram a chamar-me Luigi Nero.

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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2007

Finalmente, uma noite bem dormida!

Continuo atrasado, mas vai com o tempo.
Este post diz respeito ao dia 4 de Fevereiro.

Primeira noite no quarto. Fiquei deitado até às tantas. Depois de almoço, fui ter com o Rui e fomos à missa das 17 horas na Igreja de Santo António dos Portugueses.

Soube bem. Já não ia à missa há bastante tempo. Não foi pela cerimónia em si, foi pelo contexto. Em Roma, assistir a uma missa em português, com um pequeno coro que me fez lembrar as pequenas aldeias, não éramos mais que 25 pessoas. Foi interessante. No final da missa, o Rui apresentou-me ao Monsenhor Agostinho. Um senhor muito simpático. Pediu-me logo o meu contacto e a data de nascimento. Ele é mais ou menos o “embaixador” para os que aqui “caem”. Fiquei também a conhecer um estudante de Eramus que tinha acabado de chegar, Rodrigo de seu nome. O Monsenhor apelida os estudantes de Eramus de eramistas, expressão engraçada.

Somos os últimos a sair do edifício. O Monsenhor quer mostrar um apartamento ao Rodrigo e convida-nos para irmos. Fica em Furio Camilo. Fomos no carro dele e pergunta-nos como queremos que conduza: à portuguesa, à alemã ou à italiana. Pedimos a mais segura. Explica-nos que a maneira mais segura de conduzir é a italiana. Porque apesar de alguns atropelos às regras, de não pararem nas passadeiras, sei lá mais o quê, são super atentos. Ok. Aceitamos. Chegámos vivos :)).

O Instituto Português de Santo António é proprietário de um edifício na dita zona. O objectivo do Monsenhor é ter apartamentos para receber os eramistas. Parece-me bem. Alguns apartamentos foram restaurados e têm muito bom aspecto. Regressamos à Via dei Portoghesi.

O Monsenhor ofereceu-se para nos fazer uma pequena visita guiada. Foi engraçado. Acabou por nos levar a um restaurante tipicamente romano - Montecarlo - onde comemos umas entradas variadas, umas belas pizzas acompanhadas de um vino rosso. Boa conversa, boa comida, o que se pode pedir mais?

De regresso a casa, durmo novamente acompanhado da canadiana. Amanhã, tenho que ir ao IKEA. Sem falta.
publicado por luiginero às 22:42
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3 comentários:
De Mata-Hari a 17 de Fevereiro de 2007 às 03:22
Luigi, desculpa lá a minha ignorância, mas tu não tinhas já arranjado casa? Afinal ainda dormes com canadianas? E o que é isso de andares acompanhado do clero? Cuidado... nunca fiando! Explica lá outra vez se tens ou não casa!
De luiginero a 21 de Fevereiro de 2007 às 23:02
Olá australiana. A canadiana é um casacão que utilizei para me tapar nas primeiras duas noites quando ainda não tinha uma manta/coberta.
De penabranca a 21 de Fevereiro de 2007 às 23:07
Luigi ,
que ricas histórias que contas! Espero que com isso tudo estejas a preparar em grande o teu ano contacto. Que saudades - e já lá vão 7 anos que fiz o meu! Manda novas.p .

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